Entre presente e passado reconhecer a produção sócio-histórica do universo no qual encontro-me inserido, que suscita experienciarmos a diversidade de possibilidades interpretativas.
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domingo, 14 de março de 2021
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
Olympia Angélica de Almeida Cotta, (Santa Rita
Durão, distrito de Mariana, 1889 — Ouro Preto, 1976), mais conhecida
como Sinhá Olímpia, foi uma notória habitante da cidade histórica
brasileira de Ouro Preto que circulava pelas ruas contando histórias, pelas quais pedia
algum dinheiro em troca. Foi considerada por Rita Lee a primeira hippie do Brasil e
transformou-se em musa de Carlos Drumond de Andrade e de Milton Nascimento.[1] Atualmente
Sinhá Olímpia é referência para inúmeros locais de Outro Preto, Mariana e
região, como escolas de samba,[2] pousadas e
restaurantes.
Biografia
Filha de pai rico, Sinhá Olympia
apaixonou-se na juventude por um farmacêutico pobre e foi
proibida de viver o romance. Contam até que o rapaz, pouco tempo depois,
faleceu de tristeza. Daí o motivo de sua loucura. Costumava usar vestimenta
do século XVIII, chapéus extravagantes e cajado na mão, tinha por hábito contar
histórias de outros tempos como se as tivesse vivido, como por exemplo o fato
de ter convivido com o alferes Joaquim José e que era
amada pelo poeta revolucionário Cláudio Manoel da Costa.[1] As pessoas
que lhe eram mais chegadas era comum que pedisse, entre um conto e outro, uma
dose de pinga. Em 1984, o
programa especial "Tiradentes Nosso Herói", da Rede Globo, trouxe a
canção "Sinhá Olímpia", de Daltony Nóbrega e Lafayette Galvão, cujo
refrão é "Sinhá Olímpia, quem é você?", já que ela representava
tantos papéis da História. Em 1990, sua história
virou samba-enredo da Escola Estação Primeira de Mangueira. Em sua casa hoje
funciona a Cachaçaria Milagre de Minas.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinh%C3%A1_Ol%C3%ADmpia


