domingo, 15 de outubro de 2017

CASA DA CULTURA DE NOVA ERA



A Casa da Cultura de Nova Era, CNER, foi criada em 16 de dezembro de 1987, como sociedade civil sem fins lucrativos, pessoa jurídica de direito privado.
Sendo contribuir para a preservação do patrimônio cultural uma determinação estatutária da entidade, somada ao espírito de cidadania e sensibilidade de sua primeira diretoria diante do lamentável estado de abandono e deterioração em que o monumento Matriz de São José da Lagoa de Nova Era, tombada nacionalmente desde 1953, se encontrava, não restou outra atitude a não ser assumir sua salvaguarda.

Consequentemente foi lançada, com sucesso, o “S.O.S. Matriz de São José”, campanha de ação e conscientização. A partir daí a Casa da Cultura contratou uma empresa especializada para elaboração dos projetos de restauro, e de outras para a execução dos trabalhos. Exemplo: Grupo Oficina de Restauro, sediada em Belo Horizonte, que realizou a restauração do acervo artístico do monumento. Hoje a Matriz está totalmente restaurada. A casa da Cultura também cuida de sua conservação.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Olaria em São José da Lagoa

Não sabemos com precisão quando essa Olaria foi instalada aqui em Nova Era, nem quando deixou de funcionar. Possivelmente, entre as décadas de 10 e 20 do século passado e se localizava na “Várzea dos Pimentas”, hoje Desembargador Drumond.

Montada com máquinas modernas, importadas, a olaria foi obra de um visionário filho da terra, José Custódio Martins Quintão, vulgo Zé Quintão.

Produtos da Olaria

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Visões transbordantes


Liturgia das flores
E velas no columbário
Alforriando fantasmas:
Visões transbordantes
Em minhas retinas dardejadas.
Das frestas procuro
A trilha dos poetas
Sem encontrá-la.
No caminho, elefantes.
Pelos telhados, felinos fazem amor.
Musas copresentes iniciam
neófitos ao encantamento.
O mote é a ambiguidade,
O locus sagrado, não alcançado,
Se perde no horizonte.
Ainda se ouve amiúde
O torvelinho algoz,
Fora do espaço e do tempo.
Batem aldravas — portas não se abrem.
Pombos em revoada.
No locutório da praça,
Políticos se verbalizam
Enquanto o brilho das estátuas
Se corrói.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Fazenda Mãe d’água ou Cachoeira

A sede dessa fazenda construída num altiplano, próxima ao local onde existia uma estação ferroviária da Pedra Furada de Cima, lá permanece.
Sua arquitetura despojada era comum no meio rural, em meados do século XIX, na região.
Nela viveu Joaquim Caetano de Souza Lage, juntamente com sua mulher, Maria Raimunda de Souza e os filhos.
Joaquim era filho de Manuel Caetano de Souza e Tereza Maria da Costa Lage. Certamente, seu pai foi o primeiro proprietário da fazenda. Joaquim Caetano de Souza Lage faleceu em 29 de dezembro de 1935, aos 83 anos.
Para saber mais: Cartório do Segundo Ofício, Comarca de Nova Era, Livro de Notas nº 7. Folhas nº 17, verso a 18, verso. Translado de Escritura Pública de Permuta. Caixa nº 5, Anexo de processo nº 110. Arquivo do Fórum/Comarca de Nova Era.


Fazenda Mãe d'água                                                Queda d'água na estrada de acesso à fazenda

terça-feira, 14 de junho de 2016

Demarcação de Divisas


                                               Arquivo Público Mineiro -  Documento avulso

domingo, 12 de junho de 2016

Santo Antônio do Poço Grande — Comando de Ordenança



Por volta de 1808, a ordenança sediada em Santo Antônio do Poço Grande, Freguesia de São Miguel da Vila Nova da Rainha, Comarca de Sabará, era comandada pelo Alferes Francisco de Paula Rodrigues Silva, subordinado ao Regimento do Capitão –mor Felício Moniz Pinto Coelho da Cunha. Era constituída por 4 sargentos, 4 cabos de Esquadra, 50 oficiais estabelecidos, brancos e pardos, e uma Esquadra do Mato. Tal efetivo fazia o seu patrulhamento regional de rotina para manter a ordem e atender a casos específicos quando necessário.

Fonte: Documento avulso – Arquivo Público Mineiro-BH